De acordo com Eduardo Daruge Júnior, coordenador da área de Odontologia Legal e Deontologia, o museu possibilitará o desenvolvimento de pesquisas voltadas à população brasileira.
“Atualmente, existem raríssimas tabelas nacionais para auxiliar a determinar a cor da pele e o gênero e estimar a idade e a estatura de cadáveres. Quando peritos trabalham na identificação de um corpo ou na elucidação de um crime, precisam recorrer a bancos de dados internacionais e a padrões que nem sempre condizem com o biótipo da população brasileira”, disse.
O museu deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2015 e poderá ser utilizado por pesquisador de qualquer instituição, contanto que siga as normas preestabelecidas e próprias de um museu de ossos.
Participam do projeto do museu pesquisadores e especialistas da Unicamp, da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal do Paraná e da Diretoria Técnico-Científica da Polícia Federal.
Mais informações: www.fop.unicamp.br.
Agência FAPESP