Nesse encontro, as provas serão presenciais e vão definir os representantes da delegação brasileira nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA) de 2014.
De acordo com o Dr. João Batista Garcia Canalle, coordenador nacional da OBA, os estudantes vão fazer provas teóricas de astronomia e prova teórica de céu, como, por exemplo, localizar em mapas constelações e estrelas. “Eles vão fazer uma prova de manuseio de telescópios e outra de reconhecimento do céu real, pois terão que identificar determinadas estrelas, constelações ou aglomerados de estrela”, comenta.
- Os jovens terão um treinamento prévio por meio do planetário digital inflável cedido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). Caso o céu esteja nublado, vão fazer prova de reconhecimento do céu dentro da cúpula do planetário digital – explica.
Até hoje, a OBA já conta com quase 6 milhões de participantes. Em 2013, a olimpíada distribuiu 34 mil medalhas e reuniu 775 mil alunos de aproximadamente 9 mil escolas de todas as regiões do Brasil, envolvendo quase 63 mil professores .
Organização
A IOAA é reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês) e exige que cada país se comprometa a sediar uma edição da olimpíada, arcando com todas as despesas relativas ao evento, que recebe apoio de diferentes setores da sociedade.
Fundada na cidade de Montevidéu, Uruguai, a OLAA acontece desde 2009 e é coordenada por astrônomos de vários países.
A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).
Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA):
http://www.oba.org.br