
Oferece cursos de curta duração, graduação, mestrados, doutorado sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado. Todas as aulas são ministradas em inglês, e os estudantes recebem pleno apoio – tanto no nível acadêmico quanto nos aspectos práticos como alojamento.
O CM Erasmus é especializado nas áreas de Epidemiologia, Genética Humana, Saúde Pública e Doenças Crônicas Não-Transmissíveis.
Os diplomas da Universidade Erasmus de Rorterdã são reconhecidos mundialmente e são um ótimo investimento no futuro.
Roterdã é a cidade mais “latina” da Holanda – tem tudo para o estudante brasileiro se sentir em casa.
Há cada vez mais estudantes e pesquisadores brasileiros estudando no exterior. Cursar a graduação ou pós-graduação em universidades de grande prestígio mundial é uma estratégia importante para uma futura carreira profissional, tanto no Brasil quando no exterior. O Governo Federal apoia ativamente esses estudantes e pesquisadores, através do seu programa Ciência Sem Fronteiras, que prevê a concessão de 75.000 bolsas no período de 4 anos, em áreas estratégicas para o desenvolvimento brasileiro. O conhecimento não tem fronteiras, e, por isso, anualmente milhares de estudantes fazem as malas, por um ano ou mais. Voltam sempre com uma experiência muito rica e um excelente preparo para o futuro.
Para onde vão esses “viajantes do conhecimento”? Entre outros, para a Holanda. Este país, que através de Maurício de Nassau – ele próprio um grande incentivador das ciências, sobretudo as ciências médicas e botânicas – tem fortes laços históricos com o Brasil, recebeu 300 estudantes brasileiros em 2010-2011. Boa parte destes estudantes estudou no CM Erasmus. No ano passado, 24 estudantes brasileiros participaram da “Summer School” do CM Erasmus, para o qual a experiência foi muito positiva e, por isso, empenha-se para atrair mais estudantes brasileiros. Por sua vez, os participantes da “Summer School” voltaram ao Brasil com uma ótima atualização de conhecimento nas suas áreas de pesquisa.
Maicon Falavigna, epidemiologista na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde está preparando seu doutorado, participou da “Summer School 2011”, sobre a qual comenta: “Optei pelo ‘Erasmus Summer Programme’ pela qualidade dos cursos oferecidos, visto que estavam sendo ministrados por alguns dos mais importantes pesquisadores na minha área.” Para Maicon, o “Summer Programme” é útil para sua futura carreira na medicina: “O programa atendeu às expectativas, proporcionou conhecimento relevante e ampliou minha rede de contatos. Recomendo.” E viver em Roterdã? “A experiência foi muito boa. A cidade é organizada, segura, agradável. Um ótimo lugar para se viver.”
Estudar no CM Erasmus
O CM Erasmus é um instituto médico de referência no mundo. Na classificação da “Times Higher Education” (THE, maio de 2009), ocupa o primeiro lugar entre as 2924 instituições de medicina univerisitária da Europa, em termos de publicações citadas. Por meio do NIHES (“Netherlands Institute for Health Sciences” – www.nihes.nl/brazil), oferece um programa integral de cursos de curta duração, graduação, mestrados, doutorado sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado. Todas as aulas são ministradas em inglês, e os estudantes recebem pleno apoio – tanto no nível acadêmico quanto nos aspectos práticos, como alojamento. O diretor científico do NIHES, Professor Albert Hofman, diz: “A nossa escola de pesquisa oferece oportunidades muito valiosas. Isto não só em minha área de pesquisa, que é a de Epidemiologia, mas também em Doenças Cardiovasculares, Ciências Neurológicas, Medicina Molecular e Imunologia.” Além disso, o CM Erasmus é conhecido internacionalmente pela pesquisa em áreas como Genética Humana, Saúde Pública e Doenças Crônicas Não-Transmissíveis.
“O NIHES colabora com as principais universidades brasileiras”, diz Anton van Schijndel, representante do NIHES no Brasil. “Essa colaboração é importante, por exemplo, no âmbito da pesquisa em Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. Estas doenças, como a alzheimer e as cancerígenas, são típicas da sociedade “moderna” e, por isso, ocorrem cada vez mais no Brasil. Estudantes e pesquisadores em Roterdã têm a oportunidade de trabalhar com professores altamente especializados nesta área.” Um exemplo de estudo internacionalmente destacado do CM Erasmus: “Generation R”, um estudo de coorte sobre o desenvolvimento e a saúde de um grupo de 10 mil crianças de Roterdã. Um programa de estudo semelhante, iniciado em 1990, visa à análise da saúde de milhares de pessoas com 55 anos e mais.
Preparar seu estudo no CM Erasmus
Em março, espera-se a publicação de chamadas públicas para bolsas na Holanda, oferecidas pelo Governo por meio do Programa Ciência Sem Fronteiras. O Programa inclui: bolsas para práticas de Medicina e Ciências da Saúde. O que tem que saber um candidato para um dos programas do CM Erasmus? Astrid Vrakking, do NIHES em Roterdã, diz: “Em primeiro lugar, estamos procurando estudantes motivados. Estudantes que sabem que um curso no CM Erasmus é a grande oportunidade de dar um impulso internacional à sua carreira profissional. Em segundo lugar, é importante o domínio de inglês. Mas nós damos cursos para ajudar os estudantes a aperfeiçoar seus conhecimentos de inglês. Como também podemos indicar um orientador da pesquisa, normalmente em uma semana.”
Em termos práticos, o que deve fazer o estudante interessado no programa do CM Erasmus? Anton van Schijndel: “Antes de inscrever-se para a bolsa do Ciência Sem Fronteiras, o estudante deve inscrever-se em um dos programas do CM Erasmus. Isto deve ser feito através contatar nosso escritorio no Rio de Janeiro, endereço de e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O registro direto é rápido e simples, e dentro de três semanas o estudante é informado sobre a admissão. Para inscrever-se não é necessário esperar o resultado da bolsa Ciência Sem Fronteiras. Para mais informações, pode-se também telefonar para o nosso escritório no Rio de Janeiro: (21) 2236 3470.”
Uma chamada pública para bolsas na Holanda na area de graduação-sanduíche será publicada este mês no site Ciência Sem Fronteiras Holanda (http://www.swbholland.org). Para se candidatar, é preciso registrar sua canditatura com o coordenador-geral de Ciencia sem Fronteiras da sua universidade e também no site especial Ciência Sem Fronteiras Holanda. Pouco tempo após essa chamada, uma outra chamada pública será publicada nas áreas de Doutorado-Sanduíche e Pós-Doutorado. O registro para as bolsas deve ser feito através do orientador do candidato para Doutorado e pelo próprio candidato que queira se candidatar para uma bolsa Pós-Doutorado. Os registros nas áreas de Doutorado-Sanduíche e Pós-Doutorado devem ser feitos através do site geral do programa Ciência Sem Fronteiras. Todas as bolsas do programa Ciência sem Fronteiras cobrirão o pagamento das taxas escolares (“tuition” ou “fees”) e custos de viagem, estadia e moradia.
Viver em Roterdã
Roterdã, a cidade onde nasceu o grande humanista Erasmo, é a segunda maior cidade da Holanda. Todos conhecem Roterdã como maior cidade portuária da Europa, mas um aspecto talvez menos conhecido é seu ambiente internacional. Há mais de 100 nacionalidades vivendo nesta cidade, grandes comunidades de brasileiros e caboverdianos, entre outras. Não é raro ouvir alguém falar português nas ruas, e não é só isso que faz com que os brasileiros se sintam em casa. Roterdã é a cidade mais “latina” da Holanda, como testemunha o grande festival “Carnaval de Verão”. Claro que não é como o Carnaval do Brasil, mas cheira a “casa”.
Tom Ribeiro, da UFMG, fala da Holanda (e de Roterdã) como “um sítio maravilhoso na Europa”, onde “todos falam inglês” e as pessoas “são acessíveis a outras culturas”. Além disso, Roterdã é a cidade mais jovem da Holanda, com uma grande população de estudantes. O custo de vida é comparável ao do Brasil, é relativamente fácil encontrar alojamento (e o CM Erasmus dá todo o apoio possível). Por fim, fica num lugar muito central: a 1 hora de trem de Amsterdã e a menos de 3 horas de trem de Paris.
Elizabeth-Sophie di Bosco Balsa, Ministra-Conselheira na Embaixada do Brasil nos Países Baixos diz: “A Presidente Dilma Rousseff está pessoalmente empenhada na promoção da internacionalização da educação superior brasileira, especialmente por meio do Programa Ciência Sem Fronteiras. O Governo brasileiro apoia inteiramente a cooperação com instituições neerlandesas, e a Embaixada do Brasil nos Países Baixos está comprometida com o fortalecimento dos laços entre universidades brasileiras e a Universidade Erasmus de Roterdã.”
“Como qualquer outro destino na Europa, decidir estudar em Roterdã – e deixar o Brasil por um ou mais anos – pode ser encarado como um sacrifício, longe da família”, diz Anton van Schijndel. “Mas eu prefiro vê-lo, antes de tudo, como um investimento, com o qual o estudante e sua família podem se orgulhar. O diploma do CM Erasmus é mundialmente reconhecido e de grande valor para uma carreira profissional, tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo.”
Informação de contato
Anton van Schijndel – Rio de Janeiro – RJ
Plataforma de Conhecimento NIHES-Brasil
Fone: (21) 2236 3470
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Peter Zimmermann – Roterdã – Holanda
Diretor Comunicação NIHES/Erasmus MC
Fone: +3110 703 8480
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Nihes - Brazil Knowledge Platform
Depoimento de Milena Marcolino, Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina
Durante o período de doutoramento, tive a grande oportunidade de participar do Erasmus Summer Programme e passar nove meses trabalhando em pesquisas no renomado Erasmus MC, através do Programa de Doutorado no País com Estágio no Exterior, da CAPES. No Erasmus Summer Programme, foi possível conhecer estudantes do mundo todo e trabalhar com professores experts nas áreas de meu interesse. Além disso, tive a oportunidade de aprender de forma mais aprofundada sobre metodologia de pesquisa, técnicas avançadas em estatística e estilos criativos de ensino, que tornaram o aprendizado muito mais interessante. Durante meu estágio no Erasmus MC, percebi que estava em um local de excelência em minha área, e que estava rodeada de pessoas comprometidas com seu trabalho. O que aprendi durante esse período será muito útil em minha vida acadêmica e profissional.
The NIHES-Brazil Knowledge Platform is a response to Brazil’s growing research-training requirements in the health sector, and to private industry’s awareness that international training fosters innovation and competitive advantage. With the financial support from public and private organizations, partner universities will promote international exchanges of students and faculty. This international collaboration of renowned medical schools, government and industry is based on equality and a shared interest in collaborative research and an active exchange of faculty and students. The overall objective is to foster research talent – not only in academia, government and industry, but also in people who might otherwise be left behind.
The Brazilian academic partner institutions of the NIHES-Brazil Knowledge Platform are:
- Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ
- Centro de Pesquisas Aggeu Magalhaes/FIOCRUZ
- Universidade de Sao Paulo, Faculdade de Medicina
- Universidade Federal de Minas Gerais, Hospital das Clinicas
- Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Medicina
- Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Faculdade de Medicina
- Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Instituto de Medicina Social
- Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos de Saúde Coletiva
- Universidade de Estacio de Sá, Faculdade de Medicina
- Universidade Federal da Bahia, Instituto de Saúde Coletiva
- Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública
- Universidade Federal de Pernambuco
- Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Medicina
- Universidade Federal de Pelotas